CTM ALPHAVILLE - O CTM das Antigas

O CTM das antigas voltou!!! Em nosso pedal de quinta voltamos a fazer o percurso do Canteiro Central da Paralela! Foi uma sensação muito boa reviver, mesmo que de forma um pouco diferente os trajetos antigos que fazíamos. Semana que vem tem mais!!!

Venha participar do nosso pedal semanal CTM Alphaville!


Terça-feira: Pedal leve e voltado para quem quer começar a praticar o Mountain Bike e se divertir, com dicas e orientações sobre o mundo do ciclismo.

Quinta-feira: Pedal nível médio, para quem já pratica o Mountain Bike e quer manter o preparo para as aventuras do Mural.

O CTM é aberto a todos, tem sempre saída às 20h do Alphaville Paralela (chegar 15min antes) e duração aproximada de 1h e 30min. Distância percorrida entre 15 e 25km. 

Ponto de encontro e horário: Alphaville Paralela (pegar 1ª entrada) na rua Pituba em frente ao Alpha Club. Início do pedal às 20h (chegar 15min antes).

Retorno Muralista: Carla Dias

É com satisfação que informamos o retorno da muralista Carla DiasBem-vinda! Bora Mural!


Participe do nosso *Clube de Ciclismo e Aventuras*. Acesse: http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/p/club.html

Novo Muralista: Danilo Flores Rebouças

Bem-vindo ao novo Muralista:  Danilo Flores Rebouças.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!


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Novo Muralista: Lucas Torres

Bem-vindo ao novo Muralista:  Lucas Torres.
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ITASAP - Uma trilha entre Itacimirim, Sapiranga e Praia do Forte (Texto: Carolina Lavisse Teixeira)

O ingresso ao Mural de Aventuras aconteceu em Itasap neste sábado com direito a uma trilha regada de muita natureza e adrenalina. Para mim um grande desafio, que nasceu de um encontro inesperado com a família Mural no Vale do Pati.
Cheguei meio sem saber o que encontrar nem onde era o lugar. Mas no ciclismo é isso mesmo, pessoas massas, uma recepção digna, repleta de amizade. Foi um presente constante, amigos novos, lugar novo, ritmo forte, contato com a natureza, atravessar o rio, subidas pesadas, singles tracks fantásticos. Conhecer pessoas, famílias, histórias, experiências, ouvir conselhos e ensinamentos.Voltei pra casa e na estrada fiquei com a sensação que Deus tinha ouvido meus pedidos, que estou no caminho certo, no esporte certo, porque é em cima de uma bike e passando por experiências como esta que vivo os melhores momentos de minha vida!!!!!! Carolina Teixeira.
VEJA O VÍDEO ABAIXO

2º Dia - Centro de Treinamento de Cachoeira e Hostel Casa de Avany (Texto: Ednaldo Saba - Nanal)

Olá pessoal!!! Fui designado pra fazer a resenha do segundo dia da inauguração do CTC - Centro de Treinamento de Cachoeira do nosso amigo Reinaldo - Rei, por sinal muito legal, bem aconchegante e bem receptivo o Hostel Casa de Avany. Então vamos lá, acordamos cedo e o tempo já estava bem fechado sinalizando que teríamos muita chuva pela frente, nos arrumamos e tomamos aquele café da manhã no hostel, logo cedo começou o mimimi de Piau, dizendo que não iria pedalar pois o câmbio dianteiro não estava descendo pra coroinha, Elsão procurou logo alguém pra dá um jeito e Piau não teve mais desculpas e acabou tendo que ir.
Logo na saída chovia muito e acabamos saindo um pouco mais tarde. Passado a chuva, partimos e logo de início pegamos uma subida muito longa, cerca de 4k subindo, subimos, subimos e num determinado ponto da subida paramos para tirar algumas fotos, em um lugar que parecia um mirante onde nos deliciamos com uma vista maravilhosa da cidade de Cachoeira vista de cima, depois das fotos seguimos subindo, subindo, subindo... Parecia que iriamos chegar no céu, mas como diz o ditado, “tudo que sobe desce” e ai que começou a ficar divertido, começamos a pegar as decidas, cada uma mais técnica que a outra e com lama então ficava mas difícil, Porem com o Mural não tem mimimi, é brutalidade mesmo, e a única mulher que estava no grupo, Fabi estava de mais, brocou todas as descidas, parabéns Fabi!!! Também tinha Leo, um dos guias que estava com uma 26er brocando todas as subidas e descidas, comprou um terreno em umas das descidas rsrsr, mais Isso faz parte do MTB, depois de várias descidas bem técnicas com muita lama e o horário já estava estourado, resolvemos encurtar o trajeto e voltamos para o Hostel, fomos almoçar e arrumar as coisas para partir, mas apesar da trilha ter sido curta com 14,8KM a altimetria foi de 503, e com o Mural é assim, brocação pura!!! 

1º Dia - Trekking na Chapada Diamantina - Vale do Pati (Texto: Alexandre Bonão)

Dia 17 de junho, sábado , já ansioso chego no local marcado 1h antes e na minha cabeça já rolavam várias situações e aventuras, rever meus sobrinhos que já não via a muito tempo e conhecer a Muralista que também iria participar da aventura. Às 10h Elson aparece  no posto e Partiu!! Fomos em direção a Feira debaixo de uma chuva “malassombrada”, pegamos a a guerrilheira, não! A Jovanda lá em Feira e seguimos caminho.
Seguimos em direção a Ipirá com muita chuva que só parou próximo a Itaberaba quando a viagem ficou mais segura . Com pista lisa e sem riscos, adiantamos o lado direto para Mucugê e comemos uma pizza maravilhosa para depois irmos em estrada de barro para o povoado de Guiné , local de descanso e partida para a aventura .
Dia 18/06/2017 Iniciava a nossa aventura propriamente dita rumo ao Vali do Pati.
8h todos de pé , tomamos nosso café , pegamos uma carona de 4km até o pé da serra, tiramos algumas fotos e Elsão grita a famosa ordem: -“Partiuuuuu”!! Bom eu poderia descrever todo esse caminho apenas assim. Subiu, subiu, subiu, subiu , topo, desceu,desceu, desceu, subiu, subiu, Mirante, mas vou tentar ser mais específico .kkkkkk
Começamos uma subida cheia de pedras pela Serra do Sincorá, meus pulmões já queimavam enquanto Leo e Bia pareciam estarem andando em uma reta plana. Por 1:30h subimos até o Tabuleiro, paramos para reagrupar e seguimos viagem , quando um humorista passa por nós e diz que ali agora era só o mel, o Fel havia ficado para traz, a sujeitinho sem coração, andamos pelo lajedo acreditando na ladainha do dito e logo chegamos no desejado Rio Preto, ali paramos para “almoçar” resenhar , dei logo um tibungão naquela água temperada ,morna, encontramos alguns grupos que já retornavam do Pati eles identificaram o Mural, conversamos um pouco e seguimos rumo ao Mirante do Vale do Pati. No caminho um muro de pedras lindo que demarca propriedades, seguimos mais 1km e chegamos no Mirante. Depois de muitas fotos, suco e contemplação surge a dúvida. “Arrudeio”  ou “Rampa” eis a questão... Descemos eu e Elson para fazer um reconhecimento da rampa, constatamos que seria, no mínimo enriquecedor para a expedição. Partiu rampa sem mais delongas mesmo sob rigorosos protestos da Ró, seguimos literalmente morro a baixo... depois de muita técnica de escalada utilizadas pela Ró chegamos ao pé da serra onde existe uma sombra maravilhosa com uma pinguela e assim paramos para um descanso rápido.
Pronto , começou, subimos uma rampa que a testa quase tocava o chão, pqp eu já n respirava, apenas sobrevivia, na tentativa de n desmaiar no meio daquela armadilha dos infernos, aquilo não era uma rampa , era uma parede, o fdp que fez aquela trilha devia ser raciado com o homem aranha, “mizerarvi”. KKKK.
Finalmente tendo conquistado o alto daquele morro “dosinfernos” pude desmaiar em paz e passar mal com todo estilo. Pronto amigos, agora era só descida, tudo lindo, desceriamos  5 minutos e estaríamos lá. Vei, por favor, quero que entendam que o horário daqueles guias, funciona diferente, 5 minutos deles pode significar 3h no meu mundo, lote de excomungados, começamos a descer próximo às 13:30h, subimos ainda algumas ladeiras modestas e descemos tanto que a certa altura eu tinha certeza que já estávamos no Japão e Seu Wilson era um Sr. Japonês que nos aguardava em uma aldeia próximo a Fucugima , tenho certeza ainda hj, Pati deve significar desce e sobe “pacarai“ em Japonês ou algo tipo quebra joelhos porquê os meus dois já estavam batendo biela de tanta pancada nas descidas , com certeza terei de recauchu-los.

Novo Muralista: Vando Noronha Pimenta

Bem-vindo ao novo Muralista:  Vando Noronha Pimenta.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!


1º Dia - Centro de Treinamento de Cachoeira e Hostel Casa de Avany (Texto: Ricardo Souza - Popó)

Após três anos fora do Mural acabei voltando de olho na Expedição Chapada das Mesas, bom essa é outra história. Já tinha pedalado uma primeira vez após a volta com a galera aqui em Jorrinho, e aí veio a chamada para este CT em Cachoeira, coincidindo com a inauguração do Hostel de Rei e Vanessa. Triangulação top pensei e me joguei!!! Ô mó pai, foi quando realizei que para chegar em Cachoeira tem que descer pensei mifu, mas vamos lá né. Sexta-feira me mandei para Cachoeira fui o primeiro a chegar cidade sempre linda e a surpresa maior foi o Hostel decorado com muito bom-gosto pelo nosso amigo arquiteto e designer de interiores. 
Descarreguei a capenga que tem que desmontar o freio para sacar a roda, e na euforia não reparei como estava montado foi um baile para montar. Terminando a montagem desci para beber uma breja olho na geladeira do bar lá tinha a Proibida, opa, quero, nisso foram chegando a galera dos quais não conhecia João e esposa, Janilton e família, Odilardo e família. Depois Piau a namorada e Nanal, se liguem não é a namorada Nanal kkkkkkk, brincadeiras tenho maior carinho e respeito por esses dois e os tenho como irmãos, depois Elson e Rosania, e dá-lhe Proibida, desce uma, mais uma e assim foi e ninguém lembrou de perguntar o preço da proibida que se mostrou proibido R$ 18.00 (mer.) mas a companhia valeu. Ficamos na resenha até a 00:00 hs e lembramos que tínhamos que dormir para o pedal no dia seguinte, sim a zorra do pedal foi para isso que tinha vindo, será!? Ô mó Pai. 
Às 06:00hs quem entra fazendo zuada no quarto ele o de sempre o Psico, bora levantar bora pedalar. Quando estávamos nos preparando para o café eis que surge um outro personagem não menos querido e loco Serjão (kkkkkkk), fazendo a maior zuada como sempre. Ás 08:00 hs chegou a equipe do CT Hélio, Leo e o filé de braboleta, todo mundo pronto bucho cheio, me veio a lembrança que tanto do lado de Cachoeira como de Muritiba tem que subir para sair e lá fomos nós uma subidinha de apenas 2.9 km, pulmão no tornozelo. Ai depois começou as trilhas com singles e visual únicos, chegamos até a cachoeira, é lá tem cachoeira sim senhor, um visual lindo nosso amigo Serjão comprou terreno lá, kkkkkkk, tomamos um refrescante e restaurador banho que quem me conhece sabe que não perco se quer uma poça d’água imagina uma cachoeira.