Pedalada no Litoral Norte

Montei na bike e saí de casa às 6h para encontrar o pessoal do Grupo Sincronia, na Praça dos Golfinhos no Costa Azul. Às 7h e 15min, eu, Cláudio e Itana partimos pela orla em direção ao Litoral Norte. Em Stela Maris, o amigo Ricardo entrou no grupo e seguimos. Fizemos uma parada, no pedágio da Estrada do Côco, para recarregar as energias. Com vento sempre contra, chegamos a Arembepe. Lá nos deparamos com uma sorveteria, o que foi muito bem vindo! Hehehe. Decidimos continuar pela estrada até que começasse a bater o cansaço, é claro que voltaríamos de buzu!
Uma das recompensas de andar de bicicleta é oportunidade de passarmos e conhecermos lugares que normalmente nunca iríamos. Por exemplo, em Barra do Jacuípe entramos em uma estrada que passa na zona rural e vai até o povoado de Monte Gordo, neste percurso, podemos avistar do alto o litoral com o mar totalmente azul, uma linda vista! Foi muito gratificante!
Em Monte Gordo, por sugestão de Cláudio, fizemos um rango especial no estabelecimento da "Tereza". Na volta, Cláudio e Itana pegaram um ônibus na rotatória de Guarajuba e como não tinha espaço no bagageiro eu e Ricardo decidimos voltar pedalando. Foi quando sentimos que o vento tinha mudado de direção e estávamos novamente contra o mesmo. Chegamos até o pedágio, onde fomos "resgatados"! Hehehe.
Essa foi a pedalada mais longa que até então já tinha feito, total de 115km em 6h e 10min.
Até mais! Elson.


















Caminhada na Reserva de Sapiranga

Em um domingo com o tempo marcado pelo céu nublado, lá estávamos, repletos de energia, rumo a Reserva de Sapiranga. Logo que chegamos ao Centro de Apoio ao Visitante, fomos recepcionados pelo guia e guarda florestal, Júnior, que com muito bom humor, nos garantiu que tínhamos escolhido uma excelente opção de lazer e aventura.
Fomos lá então, pelas trilhas de Mata Atlântica, após termos escolhido a trilha nº 5, que além das belas paisagens, e espécies de animais (pássaros belíssimos, aranhas, camarões, micos, etc.) e de plantas, dá acesso às corredeiras do Rio Pojuca, onde pode ser observada a pesca tradicional com artefatos de cipó, conhecidos como “jiquis”, para capturar peixes, camarões e pitus. Pena que dessa vez não foi possível rolar o rafting nas corredeiras... mas o banho de rio e de cachoeira não faltou! Ah! O tempo colaborou bastante, o Sol lançou seus raios e a medida que avançávamos sentíamos o quanto era gratificante conhecer aquele lugar.
O grupo mostrou-se o tempo inteiro com muita garra e desejo de avançar... e foi com postura de desbravadores que concluímos o percurso com a certeza de que retornaremos para fazermos a trilha nº 9 (é o dia inteiro!!). Para fecharmos com “chave de ouro”, fomos ao Diogo no Restaurante Sombra da Mangueira.






























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